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DAC Desporto e Saúde :: Alunos do nono ano exploram os problemas do açúcar
DAC DESPORTO E SAÚDE :: ALUNOS DO NONO ANO EXPLORAM OS PROBLEMAS DO AÇÚCAR • 28 de julho de 2020 | Olhão
Com o Domínio de Autonomia Curricular (DAC) Desporto e Saúde pretendeu-se promover estilos de vida saudável e elevar o nível de literacia para a saúde da comunidade educativa, bem como incentivar a prática desportiva regular como medida preventiva ao sedentarismo e à obesidade infantil/juvenil. O projeto envolveu os alunos das turmas de nono ano, coordenados pelos docentes de Educação Física e Ciências Naturais.

Numa primeira fase os alunos selecionaram produtos alimentares e procederam à análise de rótulos para contabilização do açúcar presente nos mesmos, com base na regra do semáforo para descodificação dos rótulos da DGS. A escolha dos produtos a analisar teve por base hábitos de consumo dos próprios alunos, dos colegas e irmãos mais novos, mas também foram admitidas sugestões de professores com filhos em idade escolar. Para comunicar os resultados obtidos, os alunos produziram cartazes de sensibilização apelando ao consumo responsável dos produtos.

Em fase posterior, os alunos fizeram tratamento e análise de dados relativos ao teste do FitnessGram e elaboraram posters científicos para comunicação dos resultados, mobilizando aprendizagens do Português, da Matemática e das Tecnologias de Informação e Comunicação.

Ainda no âmbito do DAC Desporto e Saúde os alunos fizeram formação em Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida em colaboração com a Equipa de Saúde Escolar Do Centro de Saúde de Olhão, organizaram e operacionalizaram as atividades do Dia do Desporto para os alunos do Primeiro Ciclo do Ensino Básico.

Importa salientar que devido às medidas de contingência decretadas pelo Governo no âmbito da pandemia COVID-19, a fase de comunicação do projeto interdisciplinar Desporto e Saúde foi desenvolvida em EAD. Em pequenos grupos de videoconferência, utilizando a Plataforma Teams, revelaram capacidade de trabalho colaborativo e espírito de entreajuda, o que se revelou num produto final de excelente qualidade científica e gráfica.

Os alunos estão de parabéns por todo o trabalho desenvolvido mas sobretudo pela capacidade de adaptação e resiliência demonstradas na conclusão do projeto.

Os professores deixam votos de muito sucesso nas próximas etapas desta grande jornada que é o conhecimento.

Consulte aqui todos os trabalhos realizados pelos estudantes.
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Aula de Campo na Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola
AULA DE CAMPO NA PAISAGEM PROTEGIDA LOCAL DA FONTE BENÉMOLA • 23 de janeiro de 2020 | Loulé
A escola enquanto tubo de ensaio da sociedade deve possibilitar aos alunos, situações de aprendizagem que restabeleçam a ligação com a natureza e o seu usufruto de forma sustentável. Ser um cidadão do Mundo é ter presente que as nossas economias e sociedades estão indissoluvelmente ligadas ao planeta, aos ecossistemas e aos bens e serviços que nos proporcionam, tais como um clima estável, alimentação e água potável.

Diante dos problemas criados pela conversão de áreas naturais para diferentes usos, a utilização de índices de integridade ambiental tem sido uma importante ferramenta para avaliar de forma eficaz e rápida a qualidade dos ambientes.

Nem sempre é fácil para um estudante a utilização de ferramentas que avaliem os índices de integridade dos ecossistemas. Pensando nesse problema, uma equipa do ECOREACH do Centro de Ciências do Mar (CCMAR)/Universidade do Algarve (UAlg) desenvolveu uma aplicação (APP) que permite, de modo intuitivo, avaliar o grau de preservação/alteração de ribeiras do Algarve.

Nos dias 22 e 23 de janeiro a turma do oitavo ano participou com os investigadores José Max e Marcos numa palestra sobre "Ecologia e conservação de ribeiras", seguida de uma saída de campo à Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola – Loulé para teste da ferramenta app, em conjunto com os alunos do oitavo ano da EB 2, 3 João da Rosa. Nesta atividade, improvisámos ainda um laboratório ao ar livre para observação de bioindicadores da qualidade da ribeira.

Com esta atividade, terminámos o semestre da melhor maneira: a promover a sustentabilidade e a proteção do planeta junto dos nossos alunos.
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Alunos CBR são deputados regionais no Parlamento dos Jovens
ALUNOS CBR SÃO DEPUTADOS REGIONAIS NO PARLAMENTO DOS JOVENS • 13 de abril de 2018 | Lisboa
Os alunos Natacha Fernandes e Pedro Cruz, na qualidade de deputados, e Graciela Camacho, na qualidade de jornalista, irão participar na Sessão Nacional da Assembleia da República nos dias 16 e 17 de abril, em representação do distrito de Faro na apresentação dos projetos de lei aprovados em Sessão Distrital, no passado dia 5 de março, sob o tema Igualdade de Género.

A reunião de uma das Comissões do Parlamento dos Jovens (dia 16) será transmitida em direto pelo Canal Parlamento - ARtv na televisão por cabo e TDT. As reuniões das restantes Comissões (dia 16), bem como a Sessão Plenária (dia 17) serão gravadas e transmitidas em direto, na plataforma de web-TV do Canal Parlamento. O programa "Parlamento dos Jovens" é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2.º e do 3.º ciclos do ensino básico e que culmina com a realização de uma Sessão Nacional na Assembleia da República.

O Parlamento dos Jovens tem como objetivos:
  1. Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política;
  2. Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetam o seu presente e o futuro individual e coletivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político;
  3. Dar a conhecer o significado do mandato parlamentar e o processo de decisão da Assembleia da República (AR), enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses;
  4. Incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria.
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Wanghao Zhu, aluno CBR, alcança medalha de ouro nas XXXIV Olimpíadas Portuguesas de Matemática
WANGHAO ZHU, ALUNO CBR, ALCANÇA MEDALHA DE OURO NAS XXXIV OLIMPÍADAS PORTUGUESAS DE MATEMÁTICA • 20 de março de 2016 | Lisboa
Wanghao Zhu, aluno do 9.º Ano do Colégio Bernardette Romeira, alcançou, no passado dia 20 de março, o 1.º lugar na categoria A nas XXXIV Olimpíadas Portuguesas de Matemática 2015/2016. Esta competição, que decorreu na Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Paço de Arcos, reuniu os 30 melhores alunos nacionais de cada categoria. 

Entrevista ao aluno Wanghao Zhu

Como surgiu o teu interesse pela matemática?
O meu interesse pela matemática começou no 2.º Ano, quando estudava em Ningbo (China). A minha professora Wu reparou que tinha facilidade nesta área e ofereceu-me um livro de problemas de matemática para resolver. Desde aí, o meu interesse pela matemática cresceu gradualmente.

Mais tarde, no 4.º Ano, fui convidado pela professora Mao a ingressar numa disciplina extracurricular dedicada às Olimpíadas da Matemática, onde obtive bastante sucesso, tendo ganho alguns concursos.


Ficaste surpreendido por teres sido apurado para a fase final das Olimpíadas Portuguesas da Matemática (OPM) 2015/2016?
Sim, fiquei bastante surpreendido porque a prova da 2.ª fase não me correu bem e por isso não esperava ser apurado para a fase final. Mas quando, na manhã de 19 de fevereiro, recebi um e-mail da organização das Olimpíadas Portuguesas da Matemática a dar- me as felicitações por ter sido apurado para a fase nacional, fiquei muito contente. Foi uma das melhores notícias da minha vida!


Como te preparaste para a fase final das OPM?
As professoras de matemática, Ana Rodrigues e Carmo Coelho, ajudaram-me bastante, fornecendo provas de anos anteriores e esclarecendo algumas dúvidas. Na internet descobri alguns livros com vários exercícios. Infelizmente, não me preparei como desejaria, por ter tido um final de período bastante cansativo, com testes, trabalhos e apresentações.


Conta-nos como foi a tua experiência em Lisboa, na fase final deste concurso.
Foi uma experiência inesquecível e muito enriquecedora. Esta viagem permitiu abrir-me novos horizontes. Quando parti de Olhão para Lisboa, sentia-me um pouco inseguro, mas assim que cheguei à Gare do Oriente e reuni-me com todos os participantes das Olimpíadas Portuguesas da Matemática, fiquei ainda mais inseguro.

Na Escola Secundária Luís de Freitas Branco, onde decorreram as provas, senti-me um pouco perdido, não conhecia ninguém. O primeiro dia não correu muito bem. Fiquei desiludido comigo mesmo, mas decidi que no 2.º dia seria diferente. E assim aconteceu. Consegui encontrar a solução para todos os problemas e fiquei mais otimista quanto ao meu desempenho. Na cerimónia de encerramento, apesar do meu nervosismo, sentia que tudo o que tinha feito permitir-me-ia obter uma medalha. Contudo, quando anunciaram que tinha obtido a medalha de ouro, na Categoria A, não consegui controlar as emoções de tão feliz que estava.


O que ganhaste com este prémio?
Para além da medalha de ouro, sinto que neste três dias, a minha paixão pela matemática aprofundou-se. Sei que o meu futuro estará ligado à matemática.  Aprendi que o importante é nós fazermos o que gostamos e que isso nos levará ao sucesso.

Outro prémio bastante aliciante é a oportunidade de participar nos estágios Delfos, dinamizados pelo Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, onde irei preparar-me para outras competições, nomeadamente a fase de seleção para as Olimpíadas Internacionais que se irão realizar em julho, em Hong Kong.
 

O que são as Olimpíadas Portuguesas da Matemática?

As Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM), organizadas anualmente pela Sociedade Portuguesa de Matemática, são um concurso de problemas de Matemática, dirigido aos estudantes dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e também aos que frequentam o ensino secundário, que visa incentivar e desenvolver o gosto pela Matemática.
Os problemas propostos neste concurso fazem sobretudo apelo à qualidade do raciocínio, à criatividade e à imaginação dos estudantes. São fatores importantes na determinação das classificações o rigor lógico, a clareza da exposição e a elegância da resolução. As OPM não têm como objetivo fundamental testar a quantidade de conhecimentos acumulados.

As OPM decorrem em três fases:

uma primeira eliminatória, que se realiza em todas as escolas que manifestem a intenção de participar, sendo a participação aberta a todos os alunos;
uma segunda eliminatória, que funciona como uma final regional, que decorre em algumas escolas do país e para a qual são seleccionados alguns alunos, de acordo com o regulamento das OPM;
uma Final Nacional, que decorre numa escola convidada para organizar esta etapa das Olimpíadas; participam 30 alunos de cada uma das categorias, seleccionados de acordo com o regulamento das OPM.
 

Mais informações:
http://olimpiadas.spm.pt/
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